meia-noite e onze

No teu viver de cometa, ardem olhares soturnos, gritares-doer de poeta. Punhais da alma incompleta Além-quereres nocturnos, Com que o corpo se espeta.

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Transbordar

Percebo,  Na vida, variada, colorida  Vemos todos estranheza  Mas era estranho, deveras Que ao olhar para uma andorinha ferida  Víssemos ape...