cântico

Meu eco que não respondes, quem dera
cantasses perfumes fortes, de cor garrida,
pintasses lumes fugazes nos céus da espera,
meu ego de braços fortes e alma ferida.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Meu ego que bem te escondes, quem dera
pudesse escrever-te contos de outra vida,
sem espanto e lobos vorazes, feliz que era...
Meu eco, que não respondes! Estou despida...
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Quieta me queimam fogos,
de alma fria, mesquinha e esquiva.
Grito o horror, mas adormeço aos poucos.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Sedenta, cortante e lasciva,
torço-me dor e em espasmos loucos,
sorvo do teu amor, versos da carne viva.

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